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Como um cartel de drogas paralisou parte da Colômbia

A extradição de Dairo Antonio Úsuga, conhecido como “Otoniel”, o homem mais procurado da Colômbia, desencadeou uma resposta imediata do Clã do Golfo, a organização criminosa comandada por ele.

No dia 5 de maio, o Clã do Golfo, também conhecido como Autodefesa Gaitanista da Colômbia (AGC) fez circular um panfleto no qual decretou “4 dias de paralisação armada “.

O panfleto dizia que estava proibido “abrir negócios de qualquer natureza” e “se movimentar através de qualquer tipo de transporte”.

A declaração acabava com a ameaça de haver “consequências desfavoráveis” para quem não cumprir essas medidas.

Segundo o Clã do Golfo, o toque de recolher estava marcado para terminar à meia-noite da última segunda-feira (9).

A paralisação foi imposta depois que Otoniel foi extraditado para os Estados Unidos na última quarta-feira onde enfrenta um processo na Justiça local.

Otoniel, além de poderoso narcotraficante e chefe do temido Clã del Golfo, é acusado de ser o autor de massacres, expulsões, sequestros e atos de pedofilia.

Esta não é a primeira vez que a Colômbia enfrenta um toque de recolher ordenado por um grupo armado ilegal, mas, segundo analistas, há novas características nessa ação mais recente.

Fonte: G1

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